Como eu apanhei alcoolismo e consegui curá-lo

Um amor inesperado transformou-se numa catástrofe igualmente inesperada. O motivo daquilo era o álcool. In vino veritas, diziam os romanos. Significa: no vinho está a verdade. Eu achei no vinho apenas desgraças. Agora vou lembrar daquela história, contá-la para vocês e tirar as conclusões. Graças a Deus na altura consegui encontrar um remédio e escapar dos abraços da morte.

Lembro-me da nossa penúltima noite. A minha amada estava deitada ao meu lado, abraçando-me, enquanto eu queria fugir. Aí já decidi que tudo estava acabado entre nós. Foi mais uma noite de bebedeira. Como sempre, na véspera tínhamos misturado tudo o que podíamos: conhaque caro, tinto de origem desconhecida e vermute barato. Tudo aquilo fundiu-se e formou um cheiro horrível, envenenando o ar da sala e o nosso relacionamento.

Encontrámo-nos por acaso, na véspera de Natal. Sempre acreditei em milagres de Natal, portanto vi naquilo um bom sinal. Nem podia nem pensar que aquele presente de destino seria na verdade o alcoolismo.

Na altura, a solidão já tinha-se tornado crónica. Mergulhei completamente no trabalho, parecia que estava preso no Dia da Marmota: casa- escritório- casa, às vezes viagens de negócios a outras cidades. Tudo aquilo parecia um ciclo vicioso de testes de resistência, em que eu, como homem, e na verdade, como pessoa, simplesmente senti a necessidade de ser amado por alguém.

O relacionamento anterior durou vários anos, mas terminou em separação. Então enterrei os meus sentimentos, não me lembrava mais deles e parei de chorar. Continuei a viver no meu ritmo habitual até que numa festa conheceu uma morena sorridente de pernas compridas. O nome dela era Cláudia, era três anos mais velha do que eu, o que despertou ainda mais o meu interesse. Demos dois dedos de conversa, tivemos uma simpatia mútua. Depois de alguns meses, começámos a viver juntos.

No início, não dava muita importância aos seus hábitos. As nossas caminhadas acompanhavam-se sempre por umas latas de cerveja que bebíamos num canto isolado do parque. Ela bebia três latas, uma após a outra. Eu bebia junto com ela, no mesmo nível. Aquilo parecia-me uma coisa completamente normal, pois na fase inicial do relacionamento problemas sérios não se percebem.

Quando começámos a morar juntos, o álcool passou a fazer parte da nossa vida. O Dia da Marmota continuava, mas de uma maneira diferente: todas as noites ouvia algo tipo: Meu amor, compra-me um vinho se faz favor. Tinto Querido, queres uma cerveja? Joãozinho, traz-me algo mais forte

Passávamos as noites bebendo, e as manhãs eram sempre cruéis: dores de cabeça, náusea e perda de memória tornaram-se os meus companheiros. Pílulas para aliviar a ressaca eram incapazes contra o sentimento de culpa. Apagava-o com outra porção de álcool. A minha amiga fazia o mesmo.

Aquela situação começou a preocupar-me. Tinha na minha cabeça deus pensamentos opostos: precisamos de conversar e deixa lá, vai passar com o tempo. Eu escolhi o primeiro. Não me lembro de como iniciei aquela conversa, acho que foi assim:

– Cláudia, temos de parar beber tanto, – eu disse.

Aquilo foi seguido por um grande escândalo. Ainda nunca fui chamada de alcoólica na minha vida! A Cláudia começou a gritar e bater os pés. Embora eu nem mesmo tenha dito aquela palavra. Ela recusou ceder, argumentando assim: Sou uma pessoa adulta e, como todos os adultos, tenho as minhas próprias necessidades. Eu tenho o direito de relaxar como eu achar melhor. Honestamente, eu tive que pegar nas minhas coisas e fugir de casa naquele momento. Mas separar-se é sempre mais difícil do que encontrar alguém. Depois fiz mais tentativas de falar com ela, mas sempre só tivemos brigas depois.

– Como é possível viver contigo sem álcool? Não temos nada para falar, - ela costumava dizer aquilo com um copo na mão.

Mas ela tinha sempre algo para contar. E todas as suas histórias começavam mais ou menos da mesma forma: Mónica e eu comprámos cervejas... Estávamos num café a beber vinho...Fomos à praia, bebemos lá ...

Eu obedecia. Bebia litros de álcool, achava que um copo de bebida era um alívio para mim depois dum dia árduo no trabalho. Assim, ignorava o facto de o dia ser árduo exactamente por conta de ressaca.

Naquele ritmo se passou um ano. Guardei-o na minha mente na forma de pedacinhos de lembranças nojentas. Todo o resto foi apagado com o álcool.

A compreensão veio de repente, tal como esta paixão ridícula. Aquilo aconteceu na manhã de sábado, por volta das cinco horas da manha, quando acordei duma ressaca terrível que me impedia de voltar a dormir. Depois dormi por mais 3 ou 4 horas. O corpo inteiro estava a doer-me, o mundo parecia repugnantemente hostil, já eu era um alcoólico nojento e insignificante. Tudo ao redor estava sujo, as coisas estavam espalhadas por todos os lados. Um forte cheiro pairava no ar como uma nuvem densa. Ao meu lado dormia uma mulher despenteada com uma maquiagem borrada no seu rosto inchado.

Naquele momento percebi claramente que era necessário parar tudo aquilo. Mas a mão já estava a pegar numa lata de cerveja, porque o corpo exigia. A Cláudia acordou e seguiu o meu exemplo.

À noite, tivemos que ir a uma festa dos amigos. Claro que novamente beberíamos muito lá. Na verdade, naquela altura, já bebíamos todos os dias. Um copo de cerveja da manhã, depois mais um, depois mais um até a noite cair. À noite, já chegava a vez de artilharia pesada.

Disse à Cláudia que queria tentar algo para aliviar o vício. Em resposta, ela atacou-me com os argumentos usuais: Nunca viste alcoólicos na tua vida. Eu não bebo muito. Somos adultos e decidimos por nós mesmos como viver

– És um alcoólico, então faz o que quiseres. Eu não, – concluiu.

Naquele momento percebi que não restou nada da minha paixão por ela. Tudo dentro foi quebrado em pedaços: o desejo de amar, as esperanças para o futuro, e a crença em milagres. A Cláudia irritava-me, eu pedi-lhe dar o fora do apartamento e sumir da minha vida.

Houve lágrimas, gritos, histeria, ela implorava-me para ficar, mas fui indiferente a todo aquele show. Os gritos duma mulher bêbada pareciam nojentos, e a única coisa que eu queria era ficar sozinho, e o mais depressa possível. Custou-me muito, mas afinal convencei a Cláudia a ir embora. Para sempre.

Continuei a beber sozinho. Bebia todos os dias durante quatro meses, embora todos os dias prometesse: Hoje é a última vez. Mas a certa altura percebi que eu era capaz de lidar com o problema sozinho.

Então, um domingo acordei com uma terrível ressaca por volta das quatro da manhã. Sentia-me tão mal que diarreia e vómito erma apenas o ponto de iceberg. Então, depois de melhorar um pouco, peguei no telemóvel com as mãos trémulas e digitei na barra de busca do Google: Como parar de beber. Depois de percorrer alguns links, encontrei o ALKOTOX. Aquela página dizia que o remédio é capaz de ajudar a parar de beber o mais depressa possível. Vale notar que é composto de ingredientes naturais, tem um efeito positivo em todo o corpo e recupera os órgãos danificados pelo álcool.

Eu pensei: Porque não? , e pedi vários frascos do remédio. Um operador telefonou-me de volta e confirmou o pedido.

Até receber o ALKOTOX , continuava a beber. Já, depois de receber o remédio, comecei a tomá-lo imediatamente. Os primeiros dias foram muito difíceis... ainda tinha o desejo por álcool, tentava segurar-me. Mas confesso que várias vezes bebi durante o tratamento.

Mas depois de uma semana senti-me completamente diferente. A dependência psicológica de beber acabou. Eu não era mais um escravo da garrafa, as noites não estavam mais associadas ao álcool e as manhãs não estavam mais associadas a dores e náuseas. Mas, como foi dito nas instruções do ALKOTOX , era apenas a primeira etapa do tratamento. Não podia parar de tomar o medicamento de forma nenhuma, portanto continuei a tomá-lo de acordo com as instruções.

Aos poucos, os meus amigos sempre bêbados sumiram também da minha vida. Simplesmente não tínhamos mais nada em comum. Voltei a minha atenção para amigos com outros interesses.

Um ano e meio passaram-se desde então, a minha vida mudou dramaticamente. Encontrei outra namorada com quem vemos filmes à noite, cozinhamos juntos, caminhamos, vamos ao cinema, ou seja, divertimo-nos bastante. Aquele pesadelo ficou para trás... como um mau sonho.

Resolvi partilhar esta história porque acredito que a minha experiência pode ser útil para outras pessoas que têm problemas de álcool. O ALKOTOX é o remédio que me salvou e me tirou do fundo do poço. Gente, parem! Não se matem. A vida é bela e, para ver a sua beleza, é preciso abandonar os seus hábitos tóxicos. E às vezes, livrar-se também de pessoas tóxicas.

Deixarei o link para a página do ALKOTOX . A propósito, há também uma promoção ali. Despachem-se.

Tudo o que você precisa de fazer é deixar o seu nome e o número de telefone. Despache-se! O tempo restante:
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Comentários
Fernando Freitas
02.05.2021
Este remédio ajudou-me também. Pois, não tive problemas tão sérios como o autor da postagem, mas mesmo assim. Fiquei assustado ao perceber que bebia umas 3 ou 4 latas de cerveja por dia. O ALKOTOX ajudou a quebrar este hábito.
Denis Pereira
03.05.2021
Pois, sei como é. É divertido passar uma noite com uma mulher assim, mas não dá para viver com ela. Por isso sigo agora outro princípio: arrumo alguma rapariga em festa, noutro dia já a largo.
N.N.
04.05.2021
Uma história de pesadelo. É bom que tudo tenha acabado :)
Mónica Andrade
06.05.2021
E o que aconteceu depois com a tua ex?
Ru138
06.05.2021
Anotei o nome do remédio. Depois de tudo o que passei no ano passado, é com saber.
QW.
08.05.2021
Parece que alguém não sabe divertir-se. É possível sim beber sem exagerar tanto.
Pedro
09.05.2021
QW, quem precisa dos teus conselhos aqui? Queres dizer que não és assim?.
Carlos Barbosa
09.05.2021
Pois, não há nada pior do que uma mulher bêbada………
Ana Tavares
11.05.2021
Que estereótipos são estes? Um homem bêbado é fixe? Todos os bêbados são nojentos, é facto!
Alberto Nunes
12.05.2021
Mais um facto: acredita-se que o alcoolismo feminino é incurável. Bem, é muito mais difícil para as mulheres livrarem-se deste habito do que para os homens. Portanto, caras amigas, mantenham-se longe desta porcaria.
Carolina
12.05.2021
Eu mesma era uma alcoólica. Sabem, não há sentido em falar o que é pior quando se trata da sua vida, na qual tu és uma alcoólica. Uma criatura sem género. Sem objectivo. Sem brilho nos olhos. Eu via o meu marido assim e eu mesma era assim. A minha vida continuou, mas o meu marido morreu de cirrose aos 39 anos de idade.
Inês Raquel
13.05.2021
O meu marido bebia poa 11 anos. Nos últimos tempos ele não trabalhava, eu pagava tudo por ele. A única coisa que ele fazia era beber. Todos os dias. Os amigos recomendaram-me o ALKOTOX. Fiz-lhe um ultimato, ele concordou em fazer o tratamento. Há meio ano que não bebe. Diz que passa mal ao ouvir a palavra álcool
Fred81
14.05.2021
Tomei o ALKOTOX por curiosidade. Não bebo muito, apenas aos fins-de-semana. Não me lembro de nada no dia seguinte. Depois de tomar o ALKOTOX, o desejo de beber álcool sumiu. Pois, ainda bem.
Joana Gouveia
15.05.2021
Queria ter um marido que fosse capaz de parar de beber por conta própria
Fred81
17.05.2021
Se a pessoa já atingiu o fundo do poço, ela não será capaz de parar de beber sozinha. Apenas com ajuda de amigos e familiares
Leonardo
18.05.2021
O meu caso era muito grave. Bebia todos os dias. Não conseguia parar de beber. Sempre voltava a fazer o mesmo. Receitas naturais e curandeiros não me ajudaram. Foi um inferno. Eu decidi fazer tratamento. Não fui à clínica nenhuma, comprei o ALKOTOX. No começo foi difícil, depois senti-me como se nunca tivesse bebido. Estou sem vontade de beber álcool há três meses
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